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Trás-os-Montes e Alto Douro

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Douro

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Diário NetBila
  • O lugar é lindo !

    Nao é assim tão certo que o ar explicitamente cabisbaixo pode transformar a face humana em algo que muitos apelidarão de limpeza por parreira precocemente cortada, surgindo como por milagre...

  • Ponte Metálica da Régua

    Encontra-se aberta a ponte metálica sobre o rio Douro, na Régua, reabilitada em 2012, sendo permitido o seu uso apenas para passear a pé ou de bicicleta.
    A ponte foi...

  • Viagem a Lourdes

    Aproveitando o feriado do 25 de abril, neste ano de 2013, organizou o prof. Artur Machado, orientador do grupo coral da paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Vila Real,...

  • O Rio Douro

    A navegabilidade do rio Douro permite aos turistas apreciarem uma paisagem ímpar, classificada como Património Mundial. A via navegável do Douro está disponível para as embarcações em toda a sua...

  • Execução de Grade Viva

    No âmbito do Projeto Seivacorgo, a Câmara Municipal de Vila Real está a construir uma "grade viva" em área de talude, junto ao rio Corgo.

Trás-os-Montes e Alto Douro.

Roteiros, gastronomia, vinhos.

Alojamento, turismo rural.

Vendo-os assim tão pertinho.
a Galiza mail’o Minho,
são como dois namorados
que o rio traz separados
quasi desde o nascimento.
Deixá-los, pois, namorar
já que os paes para casar
lhes não dão consentimento.

(João Verde in Ares da Raya)

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Outros vídeos, outros fados »»

No dia 14 de junho de 2013, reuniram-se, à mesa, os Antónios de Vila Real, no restaurante do Hotel Miracorgo. Este ano cresceu o número de Antónios que aderiram ao convívio deste grupo, instituído em 1998 pelos saudosos Arquiteto Ferreira e António Varejão.
No final do jantar, como é habitual, alguns Antónios, cantando, deram largas ao sentimento para satisfação de todos.

 

Exposição de Pintura e Artes Decorativas - 2013

Exposição de Pintura e Artes Decorativas, na Universidade Sénior de Vila Real

No dia 18 de junho de 2013, pelas 17:00 horas, será inaugurada a exposição de Pintura e Artes Decorativas das alunas e alunos da Universidade Sénior de Vila Real.
Ao longo do ano letivo 2012/2013, nas aulas de Pintura e Artes Decorativas, sob a orientação da professora Amélia Raio, todos os alunos efetuaram com entusiasmo trabalhos de apreciável qualidade artística.
Óleos e acrílicos, pintura em seda e em vidro, relicários e caixas shabby chic foram as técnicas exploradas este ano, que estarão patentes nesta exposição até ao fim deste mês de junho.
Seguir-se-á a festa de encerramento das atividades desta Universidade Sénior.

 

Se o país vai de mal a pior e se já não há quem ponha cobro a esta maldição europeia que nos bateu à porta, urge cortar o mal pela raiz, antes de nos confrontarmos com uma rebelião que o «pai da democracia», insistentemente, tem vindo a anunciar. É tempo de travar mais pragas sociais, culturais e políticas. Se a Constituição da República prevalece sobre uma ameaça que assusta o Povo Português devem os constitucionalistas ser convocados para um conclave que diga, claramente, aos Portugueses quem e em que circunstâncias deve tomar as rédeas da governação.

Os sindicatos tomaram contas dos canais televisivos. Os políticos são contestados, vaiados, desmentidos. Os partidos da oposição têm mais tempo de antena do que aqueles que estão no poder. Só aquilo que é negativo e contra-natura interessa aos jornalistas. Os criminosos chegam a casa antes dos queixosos. Os titulares de Justiça que perante situações iguais tomaram decisões diferentes, reformam-se e são imediatamente medalhados, no dia mais solene do ano.

Vivemos numa espécie de inferno antecipado. Os pobres cada vez mais pobres; o desemprego cada vez mais assustador; a opinião pública mais perturbada por cada dia que passa.

São horas de repor os sortilégios democráticos em acção, começando por aquilo que mais agrava a estabilidade social, cultural e familiar.

Vejamos um exemplo diário que se tornou rotineiro, sendo uma provocação ao Povo Português.

A RTP  transmite diariamente no programa Bom Dia  Portugal um apontamento pré-gravado na via pública a que chama «Bom Português», a pretexto de ensinar a escrever em conformidade com a versão do Novo Acordo Ortográfico. Tratando-se do mais privilegiado canal dito de «interesse público», esse programa deveria ser imediatamente suspenso. Esse minuto ou minutos representam milhões de euros de publicidade. E se ajudasse as pessoas ainda se compreendia. Mas faz o contrário: deseduca, irrita, ofende e predispõe mal para o dia inteiro.

Já noutras alturas falei dos malefícios dessa monstruosidade. E não há uma alma caridosa nessa instituição (que nos leva o couro e o cabelo) que tenha o bom senso de acabar com essa palhaçada.

Em primeiro lugar porque deixa as pessoas enervadas, interrompe e expõe quem tem direito à privacidade, injuria quem vê e ouve essa charlatanice porque aprendeu uma gramática pura, escorreita e rica e é obrigado a engolir as afirmações de analfabetos que não sabem o que dizem.

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LIVRO NOVO
O RESGATE DOS JUSTOS DA TERRA

O Resgate dos Justos da TerraO nosso conterrâneo, Henrique Pedro, escreveu nos últimos anos três bons romances: «Códice da Pátria Luanca», «Cruzes de Guerra» e «O Resgate dos Justos da Terra». Do primeiro, que nunca li, chegaram-me as melhores referências. O «Cruzes de Guerra» tive o prazer de ser eu a apresentá-lo em Mirandela e dei a conhecer aos leitores a minha agradável surpresa de um romance bem concebido e com um enredo apelativo.

O autor teve a gentileza de me fazer chegar este seu mais recente livro e que novamente me surpreendeu. São mais de 311 páginas que se lêem com entusiasmo, editado pelo autor na sua «Prosa y Poesia» e com sugestivas fotos da capa reproduzindo uma das pinturas do tecto da Capela Sistina, em Roma, de Miguel Ângelo, sobre o Juízo Final.

O escritor preocupa-se com a vida no Além, como já o tinha feito no romance anterior. Mas, «O Resgate dos Justos da Terra» puxa o correr da sua trama para bem perto da terra onde vive e tem as suas raízes. A acção e o enredo decorrem maioritariamente no coração da Terra Quente, no eixo Mirandela-Bragança, abrangendo outros concelhos da região, ultrapassando fronteiras até Valladolid e à Casa Branca, em Washington.

É o completar de uma «trilogia», como diz o ilustre crítico literário mirandelense, Jorge Golias, apresentando-se, assim, como um romancista de fôlego. Henrique Pedro é, ainda, um poeta de qualidade que se prepara para lançar mais dois livros de poesia.

Avisa que só deve ler o livro quem o fizer desapaixonado e sem preconceitos.

Claro que aqui entram americanos para haver uma intervenção justa, moralizadora ou de descoberta. E já agora a força da Nato que é quase a mesma coisa.

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